O Grupo Escoteiro Tapajós, comemorou seu 42º aniversário em meio à natureza exuberante de São Lourenço da Serra, acampando no Sitio Paraíso, com sua Alcatéia e sua tropa escoteira mista, reunindo escoteiros de diversas gerações que estão em atividade junto ao grupo escoteiro e outros que por motivos particulares somente os ajudam nas realizações de atividades extra sede e em festas.
Esse acampamento foi marcado pela passagem de três lobinhas para a tropa escoteira e por ser o primeiro acampamento da Impisa mista, pois antigamente o ramo escoteiro era dividido em tropa masculina e feminina, Impisa e Palas Atenas e para quebrar o preconceito o Grupo Escoteiro Tapajós resolveu montar uma tropa mista.
Durante o desenrolar das atividades propostas ao ramo Lobo e Escoteiro, o jovens sempre se dedicavam ao máximo para cumprir o que havia sido proposto, superando seus limites e medos. Após o banho, via no semblante dos escoteiros o cansaço que era evidente em seus rostos, mas em momento algum deixavam de cumprir o que havia sido proposto.
Um momento especial foi o fogo de conselho onde o Diretor Presidente Joaquim Tadeu, contou aos presentes um pouco da história do G.E.Tapajós, nos mínimos, sem esquecer-se dos nomes dos integrantes que fizeram parte dessa história de 42 anos. Após o fogo de conselho, os escoteiros juntamente com sua chefia se reuniram para comer pipoca e mais história de atividades escoteiras foram contadas nos mínimos detalhes.
Já era um pouco mais de meia quando o chefe Tadeu chegava ao acampamento de chefia, fazendo barulho por causa das folhas que se encontravam caídas no chão. A chefe M.H, que já estava dormindo acorda de repente com um pouco de medo e pergunta: - Tadeu? É você que esta ai? Com a voz de sono o chefe responde que sim e essa chefe volta ao sono, até o momento que uma chuva forte caiu na região durando mais de uma hora, preocupada com os escoteiros que se encontravam dormindo.
Ao amanhecer os chefes falam da chuva que caiu durante a noite e deram risadas da chefe que ficou com medo durante a noite.
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
RAMO ESCOTEIRO

O Método Escoteiro propõe o desenvolvimento da personalidade em todos os seus aspectos. Quando surge a puberdade, os jovens iniciam um longo caminho em busca de seu projeto de vida, que só consolidarão depois de terminada a adolescência. Para chegar até ele, terão que passar pouco a pouco da dependência infantil à autonomia adulta, formar sua imagem de si mesmos e construir sua própria identidade.
Essas tarefas não dependem, apenas, de sua história pessoal e familiar, de suas condições individuais e das circunstâncias de sua vida, mas também dos valores pelos quais fazem sua opção. Por isso o Movimento Escoteiro lhes apresenta um conjunto de ofertas relevantes que submete a sua livre escolha.
uma delas, provavelmente a mais relevante de todas, é a proposta contida na Lei Escoteira, que reúne os valores essenciais do projeto educativo do Escotismo.
Outra oferta, não menos significativa do que a anterior, é o convite ao jovem para que desenvolva de forma equilibrada todas as dimensões de sua personalidade. É um convite para explorar as riquezas de suas possibilidades e para ser um homem ou uma mulher no sentido pleno.
Para alcançar esse propósito, distinguimos as áreas de desenvolvimento que consideram a variedade de expressões da pessoa e a ordenam com base na estrutura da personalidade:
O desenvolvimento físico
O desenvolvimento intelectual
O desenvolvimento do caráter
O desenvolvimento afetivo
O desenvolvimento social
O desenvolvimento espiritual
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Leis do escoteiro e lobinho
LEI ESCOTEIRA
1 – O Escoteiro tem uma só palavra; sua honra vale mais que sua própria vida.
2 – O Escoteiro é leal.
3 – O Escoteiro está sempre alerta para ajudar o próximo e pratica diariamente uma boa ação.
4 – O Escoteiro é amigo de todos e irmão dos demais escoteiros.
5 – O Escoteiro é cortês.
6 – O Escoteiro é bom para ao animais e as plantas.
7 – O Escoteiro é obediente e disciplinado.
8 – O Escoteiro é alegre e sorri nas dificuldades.
9 – O Escoteiro é econômico e respeita o bem alheio.
10 – O Escoteiro é limpo de corpo e alma.
LEI DO LOBINHO
1 - O Lobinho ouve sempre os velhos Lobos
2 - O Lobinho pensa primeiro nos outros
3 - O Lobinho abre os olhos e os ouvidos
4 - O Lobinho é limpo e está sempre alegre
5 - O Lobinho diz sempre a verdade
1 – O Escoteiro tem uma só palavra; sua honra vale mais que sua própria vida.
2 – O Escoteiro é leal.
3 – O Escoteiro está sempre alerta para ajudar o próximo e pratica diariamente uma boa ação.
4 – O Escoteiro é amigo de todos e irmão dos demais escoteiros.
5 – O Escoteiro é cortês.
6 – O Escoteiro é bom para ao animais e as plantas.
7 – O Escoteiro é obediente e disciplinado.
8 – O Escoteiro é alegre e sorri nas dificuldades.
9 – O Escoteiro é econômico e respeita o bem alheio.
10 – O Escoteiro é limpo de corpo e alma.
LEI DO LOBINHO
1 - O Lobinho ouve sempre os velhos Lobos
2 - O Lobinho pensa primeiro nos outros
3 - O Lobinho abre os olhos e os ouvidos
4 - O Lobinho é limpo e está sempre alegre
5 - O Lobinho diz sempre a verdade
Promessa do escoteiro e lobinho
A "Promessa Escoteira" sintetiza o embasamento moral do Movimento Escoteiro. No momento da Promessa, os membros do Movimento se comprometem, voluntariamente, a se conduzir de acordo com a orientação moral do Movimento, reconhecendo a existência de deveres que devem ser cumpridos.
Os elementos da "Promessa Escoteira" definem os "Princípios" do Movimento Escoteiro:
"Prometo pela minha honra fazer o melhor possível para:
cumprir meus deveres para com Deus e minha Pátria;
ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião;
e obedecer a Lei Escoteira."
Os "Lobinhos" fazem uma versão ligeiramente modificada da Promessa, adaptada às possibilidades de sua faixa etária:
"Prometo fazer o melhor possível para:
Cumprir meus deveres com Deus e minha Pátria;
Obedecer a Lei do Lobinho e
fazer todos os dias uma boa ação."
Os elementos da "Promessa Escoteira" definem os "Princípios" do Movimento Escoteiro:
"Prometo pela minha honra fazer o melhor possível para:
cumprir meus deveres para com Deus e minha Pátria;
ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião;
e obedecer a Lei Escoteira."
Os "Lobinhos" fazem uma versão ligeiramente modificada da Promessa, adaptada às possibilidades de sua faixa etária:
"Prometo fazer o melhor possível para:
Cumprir meus deveres com Deus e minha Pátria;
Obedecer a Lei do Lobinho e
fazer todos os dias uma boa ação."
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
HISTÓRIA DO ESCOTISMO E DE SEU FUNDADOR 1ª parte

Robert Stephenson Smyth Baden-Powell nasceu em 22 de Fevereiro de 1857, (LONDRES) mentor e fundador do escotismo, logo nos primeiros passos da juventude militar, (1876) prestou exames na Academia Militar e logo em seguida por sua aplicação recebeu a patente de Alferes do Regimento de Hussardos n.º 13 e o transferiram para as Índias, então possessão inglesa e desde cedo distinguiu entre seus pares não só pelo zelo no cumprimento dos seus deveres, mas também nas habilidades desportivas e boa camaradagem, culminando em 1883, com a idade de 26 anos, ser elevado a honraria militar de Capitão e Ajudante do Regimento. Em 1893 foi escolhido para uma missão especial contra os Povos Ashanti, (Índias), pois seu Rei nativo estava levando seus discípulos e Estado Indígena a graves complicações sociais e econômicas, quando BADEN POWELL foi enviado como adido militar comandante-em-chefe de uma expedição para restabelecer a ordem dos grupos antagônicos. Marchando com seus homens, POWELL por longos 200 km através de densos bosques e florestas, varando rios caudalosos, o protagonista POWELL com seu pioneirismo aprendeu a maneira prática e útil de construir pontes, sobreviver nas florestas, ouvindo aqui e acolá, ensinamentos e ditos populares como "devagar devagarzinho se apanha o macaquinho" que veio a ser o seu ditado preferido. Engalanou-se com um chapéu de aba larga pela primeira vez na operação dos Ashanti e os nativos chamaram-lhe, por isso, "Kantankye" ou "chapéu grande" e terminada a expedição foi promovido à patente de Coronel e pouco depois se punha a caminho do que ele dizia ser "a melhor aventura da vida "A Guerra dos Matabeles, hoje Zimbabwe, a antiga Rodésia, por onde haviam um grupo de imigrantes ingleses, (colonizadores) considerados pelos nativos como invasores levando-os a sublevação com o massacre de colonos, obrigando-os ao refúgio nas montanhas, perdendo seus bens e até entes queridos. Os nativos, também em guerra, refugiaram-se nas mesmas regiões dos colonos, mas sabiam os segredos das montanhas. Havia lugares difíceis de atingir, pois as suas grandes rochas ofereciam muitos perigos e Powell foi encarregado da explorar aquelas terras, mas sua missão não era fácil, pois tinha de descobrir o paradeiro do inimigo e o que era mais difícil, como atingir suas fortalezas. Perdeu muitas noites nas expedições de exploração, mas era tão bem sucedido, que quase sempre guiava os soldados ao lugar ideal para o ataque. Desenhou mapas de grande valor na estratégia militar e foi durante esta campanha que ele se tornou conhecido como um grande explorador e os povos nativos, os Matabeles o intitularam de "Impisa", "o lobo que não dorme".
HISTÓRIA DO ESCOTISMO E DE SEU FUNDADOR 2ª parte
Mas Powell era um sorrateiro lobo e sabia que gritavam com ódio o seu nome e o ameaçavam com toda a espécie de torturas caso o capturassem e suas experiências de observação e dedução, bem como muitos dos episódios que viveu, foi por ele mais tarde aproveitados na educação dos jovens Escoteiros, os filhos do LOBO QUE NÃO DORME. Em seguida confiaram ao LOBO o comando do Regimento de Dragões 5, então em serviço na Índia e muito lastimou, mas fiel as ideais militares da FORÇA MILITAR DA INGLATERRA dedicou de corpo e alma ao novo trabalho, com entusiasmo e eficiência. Procurou que os seus soldados encontrassem a felicidade mesmo nas dificuldades e procurou conquistar-lhes rapidamente a confiança. A realização mais importante de BADEN POWELL foi seus métodos de treinamento e dedicação a estratégia militar, e dividia seis soldados em pequenas unidades de meia dúzia, gerando daí, a que nós depois no Escotismo chamaríamos Patrulhas - sob o comando de um deles - o nosso Guia de Patrulha. Aqueles que melhor desempenhassem os seus deveres tinham o privilégio de usar uma insígnia especial - uma Flor de Lis - que na bússola indica o rumo do Norte. Em 1899 POWELL regressou à Inglaterra e arquitetou outro empreendimento, sempre nas lições trazidas da Índia, em especial, o manuscrito de um pequeno livro chamado "Aids to Scouting" ("Auxiliar do Explorador") que continha as palestras que fizera aos seus soldados, com muitos exemplos de observação e dedução. Antes que o livro fosse publicado, já ele estava de novo a caminhos da África do Sul, onde se preparava uma Guerra com os Boers. Chamara-lhe a atenção, para seu orgulho militar e de cavalheiro, que seu livro "Aids to Scounting" tinha sido adotado como compêndio na educação da juventude inglesa, e um dos precursores do escotismo, Sir William Smith, fundador da Brigada dos Rapazes, pediu a POWELL que adaptasse os métodos de exploração à formação dos jovens. POWELL sem rogar, estudou um plano e em 1907 fez um acampamento experimental na ilha de Brownsea, com duas dezenas de rapazes de todas as classes. Este acampamento foi tão bem sucedido que resolveu escrever tudo o que tinha ensinado à volta do "Fogo de Conselho". Assim nasceu o "Escotismo para Rapazes". Foi primeiro publicado em fascículos quinzenais, nos primeiros meses de 1908. Os rapazes buscavam-no por toda a parte e rapidamente formaram Patrulhas com os seus amigos. O número cresceu depressa – e pelos fins de 1908, havia 60.000 Escoteiros, causando, inclusive, problemas de ordem material, pois o LOBO QUE NÃO DORME teve que se esforçar muito para conseguir insígnias, uniformes, cartões de filiação, tamanho o sucesso alcançado pelo escotismo nos ideais fundados do grande militar BADEN POWELL. Seu movimento cresceu tanto que em 1910, compreendeu-se que o escotismo seria a obra a construir os novos cérebros e uma juventude sadia. Baden Powell vendo o crescimento do escotismo e levado por esse idealismo exonerou-se das Armas Inglesas, onde havia chegado ao galardão de Tenente-General, e em uma segunda etapa, voltou-se inteiramente a consolidação de seus ideais no escotismo.
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